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"Isso vai doer. Porque, no fundo, eu sabia que havia alguém .. alguém que eu deveria ter encontrado. Só que eu nunca vou conhecê-lo. Vou passar minha vida inteira à espera que ele venha, apenas ele nunca vai. Que tipo de vida é essa?"
A Mediadora (via livrariapessoal)
"O amor não correspondido é legal em livros e coisas, mas na vida real, enche completamente."
A Mediadora (via livrariapessoal)
"— Principalmente de conversas — falei de modo significativo, olhando para ele. É disso que eu preciso especialmente de uma folga. De conversas.
— Ótimo – respondeu Jesse. Em seguida estendeu as mãos e segurou meu rosto. — Não precisamos conversar. E foi então que ele me beijou. Na boca." A Mediadora (via trecho-de-livros)
"Aqui jaz Hector “Jesse” De Silva, 1830-1850, Irmão, Filho e Amigo Amado.
Jesse ergueu os olhos e eu fui para perto. Sem palavras ele estendeu a mão por cima da lápide. Eu cruzei os dedos com os dele. - Desculpe - disse ele, com o olhar mais escuro e opaco do que nunca. - Por tudo. Dei de ombros, mantendo o olhar na terra em volta de sua lápide. - Entendo, acho. - Mas não entendia. - Quero dizer, você não pode evitar se… não sente o mesmo que eu sinto por você. Não sei o que me fez dizer isso. No minuto em que as palavras saíram da minha boca, desejei que o túmulo abaixo de nós se abrisse e me engolisse também. Então você pode imaginar minha surpresa quando Jesse perguntou, numa voz que eu mal reconheci como sua, de tão cheia de emoção represada: - É isso que você acha? Que eu queria ir embora? - Não queria? - Encarei-o, completamente pasma. Estava me esforçando muito para ficar friamente distanciada da coisa toda, já que tinha tido o orgulho pisoteado. Mesmo assim meu coração, que eu poderia ter jurado que havia se encolhido e explodido há um ou dois dias, subitamente voltou trêmulo a vida, mesmo eu o alertando para não fazer isso. - Como eu poderia ficar? – perguntou Jesse. - Depois do que aconteceu entre nós, Suzannah, como eu poderia ficar? Eu realmente não tinha a menor idéia do que ele estava falando. - O que aconteceu entre nós? O que você quer dizer? - Aquele beijo. - Ele soltou minha mão, tão subitamente que eu cambaleei. Mas não me importei. Não me importei porque ia começando a pensar que alguma coisa maravilhosa estava acontecendo. Uma coisa gloriosa. Pensei nisso ainda mais quando vi Jesse levantar uma das mãos e passar os dedos pelos cabelos, e vi que eles estavam tremendo. Os dedos, quero dizer. Por que os dedos dele estariam tremendo assim? - Como eu poderia ficar? - perguntou Jesse. - O padre Dominic estava certo. Você precisa estar com alguém que sua família e seus amigos possam ver. Precisa de alguém com quem você possa envelhecer. Precisa de alguém vivo. De repente tudo estava começando a fazer sentido. Aquelas semanas de silêncio incômodo entre nós. O distanciamento de Jesse. Não era porque ele não me amasse. Não era porque não me amasse, de jeito nenhum. Balancei a cabeça. Meu sangue, que eu tinha começado a suspeitar de que havia se congelado nas veias nos últimos dias, pareceu subitamente correr de novo. Esperei não estar cometendo outro erro. Esperei que isso não fosse um sonho do qual acordaria logo. - Jesse - falei, bêbada de felicidade. - Eu não me importo com nada disso. Aquele beijo… aquele beijo foi a melhor coisa que já me aconteceu. Eu estava simplesmente declarando um fato. Só isso. Um fato que eu tinha certeza de que ele já conhecia. Mas acho que foi surpresa para ele, porque a próxima coisa que percebi foi que Jesse tinha me puxado para os seus braços e estava me beijando de novo. E foi como se o mundo que nas últimas semanas tinha estado fora do eixo subitamente se ajeitasse. Eu estava nos braços de Jesse e ele estava me beijando e tudo estava bem. Mais do que bem. Tudo estava perfeito. Porque ele me amava. E sim, certo, talvez isso significasse que ele precisava se mudar de casa… e sim, havia toda a coisa do Paul. Eu ainda não tinha certeza do que faria a respeito. Mas qual era a importância de tudo isso? Ele me amava! E dessa vez, quando me beijou, ninguém interrompeu." A Mediadora (via trecho-de-livros)
"Porque o negocio é que, mesmo estando morto há 150 anos, Jesse é realmente um tremendo gato - muito mais até do que Paul Slater… ou talvez eu só pense isso porque estou apaixonada.
Mas de que adianta? Quero dizer, ele ser tão bonito e coisa e tal? O cara é um fantasma. Sou a única que consegue vê-lo. Não posso apresenta-lo á minha mãe, nem levá-lo á festa de formatura, nem casar com ele, nem nada. Não temos futuro juntos." A Mediadora - A Hora mais Sombria (via trecho-de-livros)
"De hoje em diante, eu vou modificar, o meu modo de vida. Naquele instante em que você partiu, destruiu nosso amor. Agora não vou mais chorar, cansei de esperar. De esperar enfim e pra começar, eu só vou gostar de quem gosta de mim… Não quero com isso, dizer que o amor não é bom sentimento. A vida é tão bela, quando a gente ama e tem um amor. Por isso é que eu vou mudar, não quero ficar chorando até o fim. E prá não chorar, eu só vou gostar de quem gosta de mim… Não vai ser fácil, eu bem sei. Eu já procurei, não encontrei meu bem. A vida é assim, eu falo por mim, pois eu vivo sem ninguém…"
Caetano Veloso. (via verborragias)
(Source: c-a-n-a-r-i-o) (Source: love1cons) "Bonitas mesmo somos quando ninguém está nos vendo. Atirada no sofá, com uma calça de ficar em casa, uma blusa faltando um botão, as pernas enroscadas uma na outra, o cabelo caindo de qualquer jeito pelo ombro, nenhuma preocupação se o batom resistiu ou não à longa passagem do dia. Um livro nas mãos, o olhar perdido dentro de tantas palavras, um ar de descoberta no rosto. Linda."
Martha Medeiros (via etnarre)
(Source: c-a-n-a-r-i-o) Tendo a Lua Os Paralamas do Sucessos e Pitty. ![]() |